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Exclusivo: Selena Gomez fala sobre a Coach e Stuart Vevers

COACH New York anuncia o lançamento da segunda campanha com Selena Gomez – Spring 2018. As fotografias foram tiradas na cidade de Nova York, destacando as novas bolsas da marca.

“O diretor criativo Stuart Vevers faz Nova York parecer como uma verdadeira comunidade. Eu sinto que é ali que a marca realmente vive”, comenta a cantora e atriz.

A campanha mostra novos modelos como a Parker, bolsa com alças que podem ser usadas mais curtas, longas ou transpassadas. É um modelo em couro, muito leve, com aplicações.

Stuart Vevers também destaca: “a Coach Girl é real – ela está pegando o metrô ou relaxando em seu apartamento cool em Nova York. A fotografia de Steven Meisel traz uma camada de magia para essas situações cotidianas. E, enquanto Selena tem um calor que é especial, há também uma autenticidade e uma realidade nela que emprestam ainda mais vida para a campanha”.

Leia o bate-papo exclusivo com Selena Gomez, que fala sobre a Coach e Stuart Vevers:

+ Selena, como você tem se sentido?

SG – Estou bem; estou saudável! Estou em Nova York filmando [o novo longa do diretor Woody Allen] e estou realmente curtindo o momento na cidade.

Você cresceu no Texas, no subúrbio de Dallas. A Coach ressoa muito com as pessoas da sua geração, que iam ao shopping quando eram crianças. Você se lembra da primeira vez que ganhou uma bolsa Coach?

SG – Sim! A Coach era uma marca desejada, especialmente no lugar de onde venho. Minha prima e eu sempre íamos à loja da Coach. Eu lembro que tudo o que a gente mais queria eram as mini carteiras e porta-moedas. Eles tinham o logo em letras douradas no couro branco. Foi o que eu e ela pedimos de Natal, e era muito importante pra gente. 

+ Agora, estão trazendo de volta o logo signature, o que é inteligente, porque carrega um significado para pessoas que, como você, cresceram com a marca.

SG – É vintage! Ainda é a bolsa desejo da Coach, e é muito legal quando você entende a mensagem que carrega quando compra algo. Vê-los crescendo como marca tem sido incrível. O diretor criativo, Stuart Vevers, trouxe esse clima tão bonito com espírito tão feminino, mas, ainda assim, é moderno.

+ Foi isso, então, que gerou, inicialmente, o seu interesse em trabalhar com a Coach?

SG – Foi, sem dúvida, o Stuart. Mesmo antes de conhecê-lo, eu tinha lido várias matérias sobre ele, e entendi sua visão para a Coach. Ele realmente queria fazer uma jovem mulher se sentir cool, mas com sua própria essência. Logo me identifiquei com com sua paixão pela Coach como uma marca americana. Agora, a Coach é como minha família. Em qualquer projeto ou negócio que eu decido tomar parte, sempre me garanto que eu adore as pessoas que me cercam. Muda todo o clima [do ambiente de trabalho]. Você sabe que está em boas mãos e aprendendo com os melhores. É assim que me sinto com o Stuart, com o Steven [Meisel], a Pat [McGrath], o Guido [Palau].

+ Dizem muito que um dos produtos mais reconhecíveis da coleção seja um sweater. O que acha?

SG – Sem dúvida, há um elemento intrínseco de conforto – é um estilo fácil. Inclusive, o sweater é a peça que mais elogiam. Toda vez que estou usando um, as pessoas me abraçam e perguntam: “O que é isso?” É tão aconchegante, confortável. Eu queria mandar fazer um para a minha irmã de quatro anos, pra gente poder sair combinando. Eu sou uma irmã cafona mesmo!

+ Como é trabalhar com Steven Meisel?

SG – Estava tensa quando entrei no set pela primeira vez; fico meio intimidada. Mas, ele é genuinamente a pessoa mais doce. Nunca tem muita gente em volta, é muito íntimo [no set]; é lindo.

+ E com a Pat McGrath?

SG – Nos conhecemos por meio da Coach, mas eu já era fã do trabalho dela há bastante tempo. Tentava sempre me inspirar nela para as minhas próprias maquiagens. Mas, como eu podia achar que eu jamais daria conta? Como: “Legal, eu consigo fazer em mim essa make que a Pat fez nessa foto para o aniversário da minha amiga!”. Ela é extraordinária! Você percebe o quanto ela ama o que faz. Eu não gosto de trabalhar com pessoas que você nota que não estão mais nem aí. Eu compreendo, eu também passo por esses momentos às vezes. Mas, eu nunca vi nenhuma outra versão da Pat que não fosse alegre, hilária, empolgada e muito legal.

+ Todas as campanhas do Stuart para a Coach têm sido bem focadas em Nova York…

SG – Sim, mas elas também têm um sentimento de uma cidade… Ele faz Nova York parecer um vilarejo, uma comunidade. E é mesmo como se esse lugar fosse onde a marca habita.

+ E é isso que Nova York tem, né? Você esbarra com as pessoas num restaurante, ou no meio da rua. Isso não acontece com tanta frequência em outras cidades. É um sentimento gostoso que ressoa não só aqui nos Estados Unidos, mas no mundo todo…

SG – Exatamente! O Stuart mantém a integridade da marca como uma marca americana, mas consegue fazer com que seja, ao mesmo tempo, tão global – onde todos sabem que podem ter uma peça icônica da coleção. Eu estou sempre usando uma jaqueta de couro marrom da Coach; cada um dos meus amigos homens já veio me dizer: “Curti muito essa sua jaqueta”. E eu falei: “Mas, você pode muito bem usar uma dessas”. Existem peças icônicas realmente incríveis.

+ Ao mesmo tempo que continua elevando o nível da marca, o Stuart nunca a deixa parecer inacessível. Não é verdade?

SG – Pois é. A gente sente como algo especial, algo que você merece por ter trabalhado duro. Às vezes, se eu finalizo um projeto ou ralo muito para conseguir estar em um filme, eu vou me dar um presente e pensar: “Eu trabalhei muito por isso”. As peças da Coach são esse tipo de recompensa para mim. Mas, ao mesmo tempo, elas não são nada inacessíveis. 

+ Quando você viaja, como você percebe a Coach pelo mundo?

SG – Aonde quer que eu vá, e quando vejo uma loja da Coach, aponto como se fosse meu filho: “Olha, Coach!” Tenho uma sensação assim toda vez que eu vejo a marca. Realmente se destaca! Até quando se está em aeroportos, é possível notar como é diferente. É um nome tão bonito e reconhecível. E as campanhas são tão bonitas, a maneira como o Steven [Meisel] captura isso, especialmente as cores. Eu sinto como se eu a visse por todos os lados. 

Fonte: COACH New York – imagens/vídeo: divulgação (09/01/2018)

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