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Vendas online de artigos de luxo podem alcançar os 70 bilhões de euros em 2025

Um estudo da McKinsey & Company revela que 68% das vendas de artigos de luxo em lojas físicas tem a influência da internet. Segundo informações, as vendas online poderão passar de 6% (14 bilhões de um total de 224 bilhões de euros) para 18%, alcançando os 70 bilhões de um total de 390 bilhões de euros. “A penetração da internet no e-commerce de luxo era de 2% em 2009. De lá até 2014, as vendas online de artigos de luxo alcançaram 27%. Os 70 bilhões estimados para 2025 poderiam representar o terceiro maior mercado do luxo após a China e os Estados Unidos”, afirma Marco Catena, um dos autores desse estudo.

Esse crescimento tem origem, principalmente, das vendas nos próprios sites das marcas (28% do total das vendas) e de sites de lojas de departamentos (16%). Em termos de mercados, as vendas variam, é óbvio – o número é bem maior no Reino Unido (11%); no Brasil, as vendas online representam apenas 2%, enquanto no Japão, 7%, na França, China e Estados Unidos, 6%, e 5% na Itália. A pesquisa, que ocorreu em oito territórios (Brasil, China, Coreia do Sul, França, Japão, Itália, Reino Unido e Estados Unidos), também mostra que, no momento em que as vendas online de artigos dessa categoria alcançam os 6%, este número passa a crescer aceleradamente.

“Mais do que usuários de computadores, os clientes do luxo atualmente são “móveis” e 95% deles está equipado com, ao menos, um dispositivo móvel (…)”, destaca Marco. “Nas redes sociais, as marcas têm milhões de seguidores que podem interagir com elas e fazer seus comentários. As empresas não têm mais controle. O consumidor é o que tem todo o poder agora”, conclui ele.

Fonte: McKinsey & CompanyDigital Luxury Experience – foto: Shutterstock (Julho/2015)

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